Friday, September 22, 2017

Brasil x England, May 1964

A PAPER CUP FULL OF LEMONADE ON A FLAT TRAJECTORY STRUCK HEADMASTER CASE-MORRIS ON THE BACK OF THE NECK. Lemonade fanned out laterally in an expanding shock-wave disk, and British School of Teresópolis athletes suddenly realized none of us would get out of Maracanã stadium alive...

Our humble beginnings...

It would, perhaps, be more informative and timeline-consistent to first discuss The State Track & Field Championship that got us into this fix in the first place. Suffice to say the Maracanã Brasil x Inglaterra game was God's punishment for Pride, that first and foremost among the Seven Deadly Sins celebrated by more-altruistic-than-thou Christendom. This was Armageddon at which track meet medal winners were certain to pay with our lives for the privilege of spectating--torn apart by an angry mob like so many Irishmen at a rugby match... The location was Rio de Janeiro, 30 May 1964. We, the victims-in-waiting were part of the British School of Teresópolis track & field team. Our sin was to have won medals at an inter-mural track meet against the Escola Americana and a huge Brazilian High School. 

Five to One, baby, one in five
No one here get's out alive now
You get yours, baby, I'll get mine
Gonna win, yeah, we're takin' over,
COME ON! --Jim Morrison

It began misting as the game began. Soot and grime coating the rough concrete terracing that passed for seating began absorbing moisture, oozing and accumulating into every slight depression in the uneven surface. Stray bits of newsprint, stadium leaflets and paper napkins strewn everywhere soaked up soot and moisture as the chilly drizzle increased. May in Rio is the climactic equivalent of November in Miami or Hawaii.

Each of us was decked out in a gray BST blazer with blue tie and dress shirt topping a wet-concrete-gray pair of trousers and shiny brown leather shoes. From our coat pockets blazed forth the coat-of-arms of the British School of Teresópolis--each a perfect beacon for cross-hairs--signalling ENEMY DETECTED... ZERO ALL ARTILLERY ON THESE MARKS. 

Imagine if you will a bearded Rabbi with long curly hair named Case-Morris flanked by an acolyte named Solomon Shrem. Following them, a pink-faced flock of well-scrubbed Bar Mitzvah celebrants, hair combed under their little yarmulkes with Star-of-David blazer emblems, filing like baby ducks into a row of stadium seats at the Nuremberg Nazi Parteitag of 1934 (or aboard a subway full of Chelsea fans). That mental image conveys how welcome we were soon made to feel at the Maracanã stadium. 

The drizzle increased ever so slightly, adding just the right touch of chill to the sense of grim foreboding. Our unwelcome alien-ness seemed to swell with the moisture as whispers spread outwards in an expanding circle centered about our position. Every carioca for at least a hundred meters in every direction appraised us with baleful eyes--eyes glazed like the lenses of artillery-spotter binoculars. Several thoughts competed with fear, dread and terror for my attention, thoughts like: What am I even doing here? I HATE soccer! and Pride goeth Before a Fall!

Suddenly Rinaldo scored a goal. The crowd rose in a great roar of delight, and glances toward us became more furtive, less hateful, more cheerfully condescending and... yes... pitiful. We are saved! thought I, and began for the first time to take an iota of interest in the wet and dreary game. At every opportunity I inched down the bench just a bit farther away from my outlandishly-dressed colleagues in the British Cheering Delegation.  

By half-time the field was muddy and so were many of the players. Disaster struck four minutes into the second half. England's Jimmy Greaves scored a goal, and immediately the crowd turned ugly. Sodden bits of paper were gathered into muddy missiles and projectiles. Hands were raised to summon over tea and lemonade vendors, each one lugging a nickel-plated keg of chilled refreshments. A white paper cup rose up into the glare of the floodlights in a lazy parabolic arch, and I realized none of us would ever get out of there alive

(To be continued...) 

Saturday, September 16, 2017

EUA Fraudando Estrangeiros

Direitos individuais defendidos


Tribunal veta a lei texana que restringe os intérpretes 
Texas Tribune (TX) (17/08/17) Ura, Alexa

O 5º Tribunal Regional de 2ª Instância decretou que a política do estado do Texas de restringir os serviços de interpretação de idiomas para eleitores com fraco domínio da língua inglesa fere a Lei dos Direitos de Voto (VRA). O Código de Eleições do Texas exige que os intérpretes que ajudam os eleitores a dar o seu voto também sejam registrados para votar na comarca em que oferecem ajuda. Acontece que uma cláusula menos conhecida na referida lei federal garante que a pessoa portadora de alguma deficiência que necessite de ajuda no ato de votar pode receber esta ajuda de pessoa por ela escolhida, desde que não seja seu patrão ou organizador sindicalista.

Texas antes insistia que a sua regimentação dos intérpretes seria "complementar" à lei federal, mas o tribunal sentenciou que a "limitação da opção do eleitor", pelo contrário, "restringe ilegalmente" os direitos ao voto assegurados pela lei federal. "Continua o problema de que a lei texana restringe explicitamente o direito ao ato de dar o voto", escreveu a turma de três juízes. "Salta aos olhos que um estado não pode restringir este direito garantido pelo arcabouço federal mediante aprovação de estatuto que arremeda a sua redação, porém define seus termos de forma mais restrita do que na versão federal."

Esta sentença poderá afetar milhares de eleitores texanos, pois ali há milhões de famílias que falam idiomas que não o inglês. Há poucas comarcas no Texas onde se exige a assistência em línguas que não espanhol, mas o censo federal revela que em quase 26% das famílias do Texas são falados idiomas asiáticos ou ilhéus do Pacífico e são consideradas como de proficiência limitada na língua inglesa. 

*** Disseminação da ATA, tradução libertariantranslator.com ***


Outro problema existe no Distrito Sul do Texas. Trata-se da preferência dada aos intérpretes sócios de uma associação de classe já investigada por formação de cartel. Lobistas da Associação Internacional de Intérpretes de Conferência conseguiram injetar nas regras de remuneração dos intérpretes nestes tribunais federais distritais um ágio que favorece os seus integrantes. A AIIC não oferece provas de credenciamento, mas os tribunais distritais discriminam com corte de remuneração os intérpretes credenciados como tradutores pela ATA, bacharelados no idioma relevante, e testados e habilitados com décadas nos tribunais federais da imigração. Os tribunais pagam extra aos membros dessa associação europeia cujo código de "ética" é mais adequado à formação de cartel.  

Muitas das causas julgadas por esses tribunais distritais envolvem questões de imigração. 

Precisando de certified translations feitas por intérprete com décadas na imigração, pense n'eu. 

Saturday, September 9, 2017

A secessão e as sobretaxas alfandegárias

A Crise Alfandegária de 1832-33 acarretou a secessão estadual a força da lei para para repelir toda cobrança pela receita federal das sobretaxas alfandegárias. Anulação adquiriu novo significado, até mesmo antes de o Supremo Tribunal legalizar o apresamento e deportação de escravos fugidos até à fronteira americana com o Canadá. Em 1860, conservadores sulistas já falavam mal da "anulação", agora significando a organização de cidades santuários, que davam guarida aos escravos fugidos. As autoridades locais nortistas trabalhavam apenas para cobrar o cumprimento das leis locais estaduais—não para ajudar a perseguir escravos fugidos, assim designados pela odiosa legislação federal.  


Como é possível então que os professores de história  nas escolas subsidiadas dos EUA permitem a charlatãos que convençam aos inocentes que a Guerra da Secessão foi provocada pelo coletivismo racial? Andrew Jackson, em novo comunicado ao Congresso em janeiro de 1833, falou da efetiva secessão da Carolina do Sul, mediante projeto de lei para proibir a alfândega de cobrar a chamada tarifa das abominações.

Aquela legislatura estadual começou aprovando "Um ato para levar a efeito, em parte, uma lei para anular determinados atos do Congresso dos Estados Unidos ostentando ser leis fixando sobretaxas sobre a importação de mercadorias estrangeiras," aprovada aprovado em Convenção deste Estado, na capital, Colúmbia, em 24 de novembro de 1832. O próximo foi titulado "Um ato para prover a segurança e a proteção do povo do Estado da Carolina do Sul." A seguir aprovou "Um ato relativo ao juramento exigido pela Lei Estadual aprovada em convenção em Colúmbia em 24 de novembro de 1832." Tratava-se de um juramento rejeitando o poder federal a favor das leis e dos tribunais estaduais. 

Jackson explicou:


Ao tornar "transgressão qualquer das autoridades constituídas, seja dos Estados Unidos ou do estado, aplicar as leis para a cobrança das sobretaxas alfandegárias, e declarando que toda ação judicial doravante interposta para cumprimento dos contratos firmados com a finalidade de cobrar as sobretaxas instituídas pelos referidos atos são e hão de ser julgados totalmente nulos," ela de fato abrogou os tribunais judiciais dentro de seus limites a este respeito, com efeito negando o acesso dos Estados Unidos aos tribunais estabelecidos por suas próprias leis, declarando ilegal aos juízes desempenharem essas atribuições que juraram executar.

Uma alfândega federal foi transferida de Charleston para Castle Pinckney como  "precaução", não havendo como substitir os agentes confiáveis que se demitiram por receio ou temor, tamanha a probabilidade de um confronto armado. Jackson falou do potencial para violência militar:
... o poder de posse comitatus, de alistar vigilantes obrigará, sob pena de multa e prisão, todo homem de 15 anos ou mais, e capaz de viajar, a responder à chamada do xerife, munido das armas que se fizerem necessárias; podendo justificar o espancamento e até mesmo à morte de tantos quanto resistirem. Valer-se da Posse comitatus, é portanto uma aplicação direta da força que não pode ser interpretada senão como de o emprego da plena força da milícia da comarca, e de forma igualmente eficiente, sob um nome diferente.

Jackson deixou claro que as tropas federais debelariam  a insurreição a menos que o congresso, os tribunais e o poder legislativo da Carolina agissem para afastar o perigo. Isso eles fizeram, reduzindo a "Tarifa das abominações" que havia suscitado a reação. Mesmo assim, toda a esperança de impedir a extorsão tarifária "protecionista" dentro do sistema estava fadada ao insucesso graças ao trabalho do Jackson para amenizar a situação. Semelhantes "Atos de navegação" coloniais tornaram necessária a 1ª revolução em 1776. Esta revolta provocou Lorde Dunmore a emitir uma proclamação de emancipação chamando os escravos às armas em troca de liberdade muito antes de Lincoln se valer de semelhante proclamação.

As guerras do ópio, em que a Grã-Bretanha bombardeava cidades chinesas para forçar a revogação da proibição, pelo governo chinês, do ópio cultivado na Índia britânica levou a novos ataques de artilharia naval em 1859. No início dessa série de guerras, em 1837, a Grã-Bretanha tinha retirado seu capital investido nos Estados Unidos para fortalecer a sua Marinha para a guerra. A contração do capital que resultou causou a primeira grande depressão da América. Menção dessa ligação anglo-chinesa é até hoje considerado inconveniente e indelicado.

A China foi novamente derrotada sendo decretada lá uma tarifa sobre as importações de ópio. Isto lhe foi imposto em janeiro de 1860 para pagar reparações aos seus agressores. Apesar da neutralidade fingida, os EUA também desembarcaram forças militares na China. A causa novamente surtira efeito. Assim, com a economia em queda, a pauta protecionista do deputado federal Morrill logo veio sendo montada no Congresso. O congresso a relatou em março de 1860, aprovou em 10 de maio, e em seguida, ficou dormente.

Os sulistas reagiram  e em setembro o Secretário de guerra lhes facilitou a apreensão de arsenais e instalações federais. Após a eleição do humilde e burocrático Lincoln e faltando ainda três meses para a posse do novo presidente, texanos invadiram arsenais e sequestraram navios da receita; espraiaram novas revoltas antiprotecionistas. Evasão de divisas e aventuras no estrangeiro haviam destruído a economia, e o Secretário do tesouro renunciou em 10 de dezembro.

Milícias da Carolina do Sul apreenderam um forte federal, entreposto alfandegário e navios no mesmo mês de de dezembro. Em Janeiro, faltando ainda dois meses para a posse de Lincoln, Geórgia se apoderou de dois fortes federais e um arsenal, sequestrando em seguida um vapor. Louisiana tomou posse do arsenal em Baton Rouge e três fortalezas enquanto Geórgia se apoderou do arsenal em Augusta e um vapor. A Flórida em seguida se apoderou de estaleiros navais e um arsenal.

A tarifa de Morrill foi resuscitada, no desespero o tesouro começou a vender notas e John Sherman fez um discurso sobre tarifas federais, fortes e arsenais. Foi convocada uma Convenção de secessão e nortistas esmoreceram no seu apoio às cidades santuário, revogando a garantia da Liberdade Pessoal e decretos semelhantes. William Tecumseh Sherman calculou o efeito de se reverter a uma tarifa de receita e não protecionista, apelidada de "livre comércio" por Morrill e outros protecionistas:

“Veja bem, se no sul há livre comércio, como então arrecadar a receita nas cidades do leste? O frete de Nova Orleans até St. Louis, Chicago, Louisville, Cincinnati, ou mesmo Pittsburg, seria o mesmo que por via ferroviária de Nova York, e as importadoras em Nova Orleans, sem ter que pagar as sobretaxas, venderiam mais barato do que no leste se lá são obrigados a pagá-las.”

Esta was foi a causa da Guerra da Secessão—receita alfandegária e protecionismo para os apadrinhados.  

Mansos e desarmados, os colonos brasileiros não tinham essas oportunidades. A escravidão imperial persistiu até o fecho do primeiro governo de Grover Cleveland--mas nenhuma turba saqueadora ordena a retirada de estátuas, muito menos acusa os brasileiros modernos de coletivismo racial.  Americana, a vila confederada fundada por retirantes rebeldes inconformados, organiza pitorescos bailes com a regalia cinza sem protestos da platéia de cor mista.  TODOS os participantes estão por aqui com os impostos lançados por políticos pilantras. São os políticos que, com seus juízes, bloqueiam a formação do Partido Libertário. O povo, obrigado a votar mesmo assim, dá votos em branco em números suficientes para eleger prefeitos libertários nas maiores cidades.

Para históricos, procure um tradutor historiógrafo. 

Thursday, August 24, 2017

Alíquotas, logo, Guerra da Secessão

Sulista, do partido latifundiário escravagista
Na versão do economista brasileiro Fernando A. Novais, o primitivo sistema mercantilista explorava por coação as colônias americanas, africanas e indianas--para o acúmulo de capital nas metrópoles. Adam Smith e Karl Marx escreveram sobre este mesmo sistema pré-libertário de economia mista com perspectivas diferentes mas pontos em comum. Tanto aumentava a rispidez desta exploração que no limite ela se aproximava à escravidão--condição a qual os mais fracos eram reduzidos por uma espécie de terceirização mediante captura e venda pelos seus semelhantes. O Rei da metrópolis extorquia dos governadores e feitores, que por sua vez descontavam nos escravos.

Só a colônia inglesa Na América do Norte teve condições de se revoltar contra a metrópole europeia e ocupar o seu lugar no sistema mercantilista. Entre 1776 e 1861 a colônia sulista era explorada mediante sobretaxas alfandegárias pelos industrialistas banqueiros do Norte. Na visão nortista, o escravagismo tornava mais atrativa essa modalidade de controle, e as sobretaxas protecionistas cobradas pelos seus políticos apertavam cada vez mais os feitores sulistas (e seus escravos). Na primeira destas revoltas, um oficial inglês, Lord Dunmore decretou a Emancipação de tantos escravos quanto pegassem em armas para debelar a revolução Americana. Mesmo assim perdeu.

O governo de Jefferson em 1808 proibiu a importação de escravos africanos, mas pelo benefício econômico do Norte e por acomodação dos feitores sulistas, os escravos já existentes ficaram na escravidão. A coisa começou a desandar em 1832, quando os partidos nortistas aumentaram a cobrança sobre importações para atender seus industrialistas, que não queriam competir com a Europa. Os sulistas queriam esta concorrência para comprar implementos agrícolas mais baratos e facilitar a exportação do seu algodão para outros mercados.

Foi justamente essa a causa principal da revolução americana contra os ingleses em 1776. O estado da Carolina do Sul aprovou uma lei estadual proibindo cobrança de sobretaxas alfandegárias nos portos de entrada, anulando as leis da Receita Federal.

Andrew Jackson, presidente da república do partido democrata, duas vezes alertou o congresso sobre perigo de o Poder Executivo ser obrigado a defender com força militar os cobradores da alfândega contra a ação das leis estaduais contrárias que operariam para anular as leis federais. A alternativa, explicou o presidente, seria a secessão, que a constituição não previa. A Gazeta de Lisboa publicou uma síntese da situação com base na íntegra da segunda mensagem de Jackson.


As sobretaxas foram reduzidas, mas dali a quatro anos os ingleses, para atacar a China e impedir a sua proibição do ópio produzido na colônia indiana do rei da Inglaterra, liquidaram títulos e retiraram capital dos Estados Unidos, provocando uma grande depressão. Mas os sulistas dominavam o governo.

O Supremo decretou que o escravo evadido Dred Scott fosse deportado de volta à escravatura. Em seguida os conservadores sulistas reclamavam nos jornais da anulação (nullification) da lei federal para a caça e deportação de escravos da mesma forma como os republicanos e democratas de hoje aplicam semelhante preconceito coletivista contra os estrangeiros que fogem de ditaduras comunistas, nacionalsocialistas e saqueadoras de cunho inquisicionista e integralista. Como foi que se resuscitou o "ameaço de se affastar da União"?

No próximo capítulo veremos como essa situação cômoda mudou, e como por idênticos motivos os sulistas se rebelaram novamente contra as salgadas sobretaxas alfandegárias da economia mista do mercantilismo internalizado no sistema americano.

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Sunday, August 13, 2017

Liberalismo, fascismo e conservadorismo


Em 1930 a palavra liberal nos EUA trazia o mesmo significado que no resto do mundo. Os liberais eram a favor do livre comércio, contra as leis sumptuárias e de censura, e nada favoráveis ao alistamento forçado ou o culto à guerra agressiva. Mas quando esta corrente intelectual reagiu ao colapso da economia americana provocado pela cobrança do cumprimento ríspido da lei seca e formou partido, os conservadores contra-atacaram mudando o significado de liberal. Adotaram, sem pôr nem tirar, a versão e pronúncia nacionalsocialista alemã da palavra, descartando por completo toda definição objetiva. 



Nos países de língua espanhola, começando pela Espanha, essa distorção foi copiada pelos internacional-socialistas. Na cartilha deles, os liberais se transformaram nos mesmos fanáticos do misticismo proibicionista que nos EUA apoiavam o partido do Herbert Hoover e que na Alemanha e Italia eram atletas dos partidos de Duce e Fuehrer. Mas isso faz sentido?

Axel Kaiser acha que não. Isso ele explica em termos políticos mas não éticos, e ignora a participação do misticismo organizado. Isso só faz sentido, se a ideia é de abafar toda e qualquer noção da razão como alternativa à superstição e violência. Para a corrente saqueadora dos séculos 18 a 20, só existe o coletivismo econômico e social. As variantes, é claro, pendem prá lá e prá cá com mais misticismo organizado ou menos burocracia parasita. Mas todo governo em si, na visão deles, depende da coação--de iniciar a agressão contra outro ser humano em nome do altruísmo. 

Mas se as seitas comunistas e fascistas defendem a mesma coisa, isto é, do altruísmo, e da agressão, por que a rixa?

Elas brigam porque o altruísmo não admite que nenhuma pessoa humana se livre do altruísmo, e por serem saqueadores acreditam que a riqueza é quantidade fixa. Mas se abrir o jogo com tanta franqueza os eleitores irão fugir. A gambiarra então é de afirmar que toda hoste contrária é falsa. Os socialistas, nacionalsocialistas e fascistas juram que só eles são os verdadeiros altruístas e que os outros dois são impostores. Ainda pagam a mídia meretriz para circular apenas essas três versões. Assim, para os republicanos proibicionistas, os liberais seriam comunistas ou nazistas. Já os socialistas que invadem os partidos alheios se orgulham do rótulo, desde que signifique saqueador movido a impostos e coação burocrática, como afirmaram os conservadores místicos americanos a partir de 1932. 

O individualista nos EUA era O Homem Despercebido antes de 2016. Mas agora que o partido libertário ganhou 4 milhões de votos, essa cegueira fingida fica difícil de se manter. O partido republicano ganhou no colégio eleitoral por causa de umas cinquenta e poucas palavras no seu programa prometendo defender a energia elétrica. Na votação do populacho perderam por 3 milhões de votos. Os votos dados ao partido libertário são votos contra o nacionalsocialismo religioso do partido republicano e contra o internacional-socialismo que hoje domina o partido democrata. Esses 4 milhões de eleitores americanos votaram contra a coação, contra a agressão coletivista, e pelo individualismo incoacto. Afinal, se a liberdade significa algo, significa você e eu livres da coação.

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Friday, July 28, 2017

Realidade versus Sugestibilidade

Para enganar uma população de milhões de habitantes, transformando-a numa estação para ampliar e repetir a mais boba propaganda, é necessário muita superstição e escolas que primam pela ineficácia. 

O resultado disso aparece nos gráficos das marés dos mesmos oceanos, todos eles interligados na esfera do planeta. Eis a mensuração do nível do mar na Califórnia. O ziguezague azul é a média mensal depurgada do efeito das estações.  A linha vermelha mostra a tendência numa escala marcada a cada 15 cm. Mostra queda paulatina.  



Compare agora como se mede o nível do mar em ilhas primitivas--cujas pequenas populações vivem aterrorizadas pelas propagandas apocalípticas do eco-nacionalsocialismo. Junto a esses na área vermelha há um país grande dominado por 33 partidos saqueadores. O gráfico compara as leituras interpretadas e gravadas nos vários lugares, separando os extremos. Os países à esquerda da Suécia medem uma queda no nível do mar. Seria interessante comparar os números para as marés de Cananéia com aqueles medidos em Paranaguá. 



Mas nem é necessário. Eis uma montagem de duas fotos deste mesmo sistema oceânico, na Califórnia, no início e no final do século em pauta. Quem montou foi o Engº Tony Heller de Boulder, Colorado. O vídeo explica



Pena não existir tradução ou legendagem para esse vídeo. Voluntários? 

Wednesday, July 26, 2017

Ame-o ou...

Pois é... 11 partidos comunistas, 11partidos fascistas e mais 11 de palhaços jogadores e videntes, TODOS subsidiados com o dinheiro do povo para excluir partido libertário. 

Isso resulta em...? 



https://charges.uol.com.br/2017/07/25/barrado-no-exterior/

Bom... precisando de traduções de papeis para facilitar...