Monday, November 6, 2017

Com e sem Partido Libertário

Portugal tem Partido Libertário. Portugal é o 3º mais pacífico país do mundo, depois de Nova Zelândia e Islândia, todos com viçosos partidos libertários. Aparecem no topo da lista da "Paz". 



Áustria e Dinamarca também possuem partidos libertários. 

Ficou claro que país lusófono não é mais fadado à violência de ditadura, cleptocracia, comunismo ou república bananeira pelo simples fato de lá se falar português.  Que fatores contribuem para afundar esses países nas areias movediças do altruísmo saqueador? Vale entender na largada que a liberdade, em contexto político, significa ausência da coação. Mas a lista acima não mede liberdade e sim "paz." Durante a guerra fria, paz e liberdade eram antônimos. 

Em Timor Leste e Guiné-Bissau, ao que parece acreditam que libertário significaria saqueador anarquista (comunista travestido). Moçambique, famosa pelas ruas comunistas, tais como Mao Tse Tung, Lênin, Engels, Av. Vladimir Lenine, a Karl Marx e a Ho Chi Min... é outra fonte de decepção. Não há indicações de que a palavra libertário possui sentido lá. 

É liberada à imprensa angolana mencionar a palavra libertário, o que já é alguma coisa. Mas a impressão é que isso só entrou no vocabulário em 2016. O Partido Libertário americano se formou em 1971, três anos antes de Angola passar de colônia portuguesa para ditadura comunista. Depois de alguns anos de pesquisa sem achar vestígios de movimento libertário em Angola, o quadro não é promissor. 



Brasil por outro lado foi colônia escravagista portuguesa antes de virar colônia monroísta dos EUA, país que competia com o nacionalsocialismo e depois com a versão internacional da mesma coisa. Os americanos dão pouca ligança para os ditadores dos governos-cliente do terceiro mundo. Se criticados que o seu aliado, Fulano de Tal Bragança Caudillo Bolivarense de Santa Maria Bustamonte, é facínora, respondem: 
"He may be a sonofabitch, but he's OUR sonofabitch!" 
E isso encerra a conversa com quem criticar as juntas, Cunha, Temer e afins. O voto é coacto, os partidos penduram das mamas do Estado Político que subsidia o Horário Eleitoral com 16 partidos comunistas e outros 16 partidos fascistas. Entre os governantes comprados e juízes lacaios dos mesmos, não se fala em opção de voto, direitos da mulher, ser dono de arma ou permitir que exista partido libertário. 

Cá entre nós, libertário, por definição, é aquele que tolera tudo menos lançar mão da agressão com intuito político ou social. 

Quem reprime a formação desse partido reprime por achar que a agressão--ameaçar a vida alheia pela mão armada de meganhas, e mandar matar tantos quanto duvidam desse compromisso com a coação--é conduta ética, boa coisa, modelo para se emular e exemplo para os futuros cidadãos do país. 

Algum mistério o Brasil estar em 108º colocado? Mas os EUA estão na 114ª posição! Não basta tolerar a existência de partido libertário para ser favorito da professora pacifista. As eleições na Nova Zelândia são subsidiadas por políticos, como no Brasil e o governo confisca armas para nem o partido do Hitler botar defeito. O sistema médico kiwi segue a cartilha do antigo programa alemão. Possuir as armas nucleares que derrotaram a Alemanha e o Japão não elimina, pois Canadá e Alemanha estão lá no alto. 

Analisando a fonte desses números, não se acha planilha enxuta ou definição clara. Ao que parece, povo pacífico é povo manso e de gaiola. Interessante é ver a lista dos países mais livres (menos coactos). Os EUA caíram 11 lugares na paz pela eleição do candidato escolhido pelo partido republicano. As estatísticas dependem dos índices da ONU, que nada têm a ver com a liberdade, mas tudo a ver com politicagem. 

Vejamos agora o índice da liberdade

Ali, Portugal está em 19º lugar, Islândia 25º e Nova Zelândia 3º. A Áustria é a 11ª colocada e Dinamarca continua em 5º lugar. Os EUA, que em "paz" são 114º, figuram em 26º lugar na liberdade, ganho de 88 pontos. 

Timor Leste: 120º lugar, perdeu 67
Guiné Equatorial: 149º lugar, perdeu 68
Moçambique: 103º lugar, perdeu 25
Angola: 150º lugar, perdeu 50
Brasil: 82º lugar, ganhou 26
Guiné Bissau: 118º lugar, ganhou 4

Conclusão: As vizinhanças só mudam de bairro no caso dos EUA, Timor Leste e Guiné Equatorial. Seria interessante tirar a média desses dois rankings, mas ficou claro que o fundo do poço da liberdade e da paz é reservado para o tipo de país que impede a formação de partido libertário.

Se algum dia precisar de traduzir qualquer dessas versões da língua portuguesa para inglês americano, procure pelo tradutoramericano credenciado nos dois sentidos pela ATA e pela Abrates.org 
Meu outro blog é libertariantranslator

  


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